terça-feira, 6 de outubro de 2009

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Efeito graceli vigésima teoria.

ASTRONOMIA .
.

Vigésima teoria de astronomia graceliana.


EFEITO GRACELI. UM

magnetismo espacial.


A translação dos secundários inicia pela rotação do primário, e que o secundário passa a desenvolver a sua translação conforme a rotação do primário. Com isto a inclinação de translação dos secundários segue o eixo de inclinação do equador dos primários.

Por isto que toda inclinação de translação de secundários próxima inclinação de rotação de primários é grande.

URANO.

Isto se confirma na inclinação de translação dos satélites de júpiter, saturno e urano. Pois no caso de urano que tem um eixo de 97,9 graus em relação a eclíptica os seus satélites tem também esta inclinação em relação a eclíptica, ou seja, segue o eixo do equador de urano.

SATURNO.
Os satélites de saturno também seguem o eixo do equador de saturno, ou seja, teve um inicio com a rotação de saturno. Porem a partir de titã com 0,33 graus. Hipérion com 0,5 graus. Japet com 15 graus. E febe com 150 graus. Ou seja, dá para ver que a inclinação é crescente progressivamente com os mais distantes.

Júpiter.

O mesmo acontece com os satélites de júpiter no que se trata de ser originado pelo primário, e que segue o eixo do equador do mesmo. E a partir de um afastamento passa a um aumento crescente progressivamente conforme o diâmetro do próprio satélite.

Porem, a inclinação de translação dos satélites, dos planetas, cometas e asteróides iniciam um pouco crescente e volta a diminuir, e depois conforme o astro vai se distanciando do efeito da radiação do primário e vai gastando e desintegrando a sua energia a inclinação aumenta progressivamente.

EXCENTRICIDADE.

O mesmo acontece com a excentricidade que tem um grau de órbita um pouco grande volta a diminuir e depois cresce progressivamente. isto se confirma nos planetas, satélites, cometas e asteróides.

INCLINAÇÃO DE ROTAÇÃO [AXIAL].

O mesmo acontece com a inclinação de rotação que tem uma origem um pouco grande e depois diminui e volta a crescer progressivamente e infinitamente conforme o astro vai se desintegrando e gastando a sua energia.

RESPOSTA.

O astro quando está se originando sofre a ação da radiação do primário que diminui a sua estabilidade, por isto que tem uma inclinação de rotação um pouco grande. E também de excentricidade e de inclinação de translação.

Ao se afastar um pouco se aproxima do eixo do primário, e depois a instabilidade volta a crescer progressiva e infinitamente.

O EFEITO GRACELI É A ESTABILIDADE DO ASTRO. OU SEJA, É A PASSAGEM DO INSTÁVEL PARA O ESTÁVEL E DO ESTÁVEL PARA O INSTÁVEL.

Ou seja, o crescente para o decrescente, e retornando ao crescente infinitamente.

Ou seja, o astro poderia continuar a sua trajetória crescente progressivamente.Mas não, ele se retrai e diminui, para depois voltar a ser crescente.

Isto também acontece com a dinâmica.

O MAGNETISMO ESPACIAL QUE PRODUZ OS ANÉIS E DISCOS ANTES DOS ASTROS SE ESFERIFICAR, TEM UM ALCANCE PROPORCIONAL A ENERGIA DO PRIMÁRIO.

Ou seja, quanto maior a energia do primário, maior é o alcance e a ação de intensidade no espaço.

Ou seja, do sol pode chegar próximo a júpiter.

De júpiter próximo a ganimedes.
.

O magnetismo espacial que faz com que o secundário venha a ter uma inclinação rotacional e orbital diminuída, para só depois ao se afastar poder ser crescente.

Que também faz com o secundário acompanhe o primário pelo espaço afora. Isto é até quando o efeito magnético espacial tem alcance. Depois o secundário passa a se afastar e a produzir a sua própria rota e órbita no espaço.

Por isto que o secundário carrega consigo os seus filhotes espaço afora. Ou seja, esta é a explica porque mesmo produzindo a sua dinâmica e órbita os secundários acompanham os primários. Como se estivessem agarrados aos primários.

Só depois, como nos secundários afastados, cometas e asteróides vemos astros desgarrados e livres no espaço.

O EFEITO GRACELI É.

1- a faixa de magnetismo espacial.

2- O alinhamento dos secundários por uma faixa invisível que se prolonga no espaço, depois de estarem desalinhados.

3- O acompanhamento dos secundários pelo espaço afora, por causa desta faixa de magnetismo espacial.

4- A anelização de gases antes de se forma em esfera por causa do magnetismo espacial.

5- Como no caso do equador, também o magnetismo espacial é uma faixa de ação que puxa e direciona os secundários e gases ao encontro no espaço da ação de pólos que direciona para este encontro.

6- O encontro é onde está o magnetismo na sua máxima ação.

Diâmetro de júpiter. 142.900 * 10 = 1.142.900. Para distancia entre ganimedes e Calisto - satélites de júpiter.


Diâmetro de saturno. 120.900 * 10 = 1.120.900. Para distancia entre Réia e Hipérion –
satélites de saturno.

Ou seja, a certo afastamento a faixa de ação do efeito graceli decresce e o secundário, passa a se afastar e a produzir uma instabilidade orbital e de inclinação no espaço e uma dinâmica livre.




EFEITO GRACELI DOIS.

PRESSÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ASTROS E NA ESFERIFICAÇÃO.


EFEITO GRACELI TRÊS.

AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO NA PRODUÇÃO DE ENERGETICUNS E DA ENERGIA E MATÉRIA.


EFEITO GRACELI QUATRO.

FLUXO E RETORNO NA PRODUÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

DE LEVES A PESADOS E DE PESADOS A LEVES.



EFEITO GRACELI CINCO.

ALTERNÂNCIA NO AGENTE CAUSADOR DA TRANSLAÇÃO.

PRIMEIRO A ENERGIA, RADIAÇÃO, ROTAÇÃO E MAGNETISMO DO PRIMÁRIO.

DEPOIS O PRÓPRIO ASTRO PASSA A PRODUZIR A SUA TRANSLAÇÃO.



EFEITO GRACELI SEIS.

FLUXO NA PRODUÇÃO DO COSMO E NA PRODUÇÃO DOS ASTROS E DOS ELEMENTOS.

Efeito graceli sete.

Alinhamento dos astros através do magnetismo e rotação dos primários.
ancelmo

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Atmosfísica e magnetismo.


O magnetismo produzido pelos processos físicos dos astros transportam os gases e partículas para a faixa do equador, produzindo os anéis e os discos que vão se transformar em esferas e astros.

Variação e fluxos de energia.

E no limite da faixa ocorre intensa atividade física por três motivos.

1- por ter na atmosfera nesta faixa grande quantidade de material em radiação e processos físicos.

2-O próprio magnetismo produz nesta faixa variações e fluxos de energia mais intensa, pois os dois pólos estão produzindo energia e levando para esta faixa.

3-Nesta faixa que se tem um intenso recebimento de energia de outros planetas e do sol. Pois o sistema solar produz quase um disco perfeito, onde os secundários têm pouca inclinação orbital.

Por isto que se tem no planeta terra, próximo a esta faixa uma intensa turbulência produzidas por variação de temperatura e energia, grandes nuvens, e grande produção de raios.

O magnetismo pode variar o seu fluxo de intensidade e diâmetro, conforme ocorrem os processos físicos da terra na produção do magnetismo, a sua influência sobre os processos físicos da atmosfera, e a ação de todo sistema solar sobre os processos físicos da atmosfera naquela faixa e do magnetismo.


No interior dos astros existem correntes de energia, temperatura, radiação e campos. Estes correntes tem função primordial sobre as correntes marinhas e da atmosfera.


Estas correntes se processam dentro da própria matéria.

A MATÉRIA É UM ESTÁGIO INTERMEDIÁRIO, OU SEJA, ELA SURGE DO ESPAÇO DENSO E DA COMPRESSÃO DO MESMO. E DESTE ESTÁGIO QUE A VIDA SURGE COM SUAS POTENCIALIDADES E CRIAÇÕES. SENDO REGIDOS PELO PODER DIVINO.


Fora da pressão atmosférica existe também pressão, e isto é provado cientificamente, ou seja, o que causaria esta pressão sobre gases no espaço. Logo há mais fenômenos no universo de que podemos imaginar.

O espaço denso é uma prova de como aglomerados de galáxias se formam, produzindo um formato de caracol. Envolta de um centro sem nenhum outro aglomerado, galáxia ou estrela. Ou seja, se movimentam rotacional e translacionalmente em torno de um vazio.

Considerando, assim, não necessitam de um campo gravitacional no centro para produzir a sua rotação, translação e afastamento. Logo só pode ser por causa da sua própria energia.



Assim, temos categorias e estágios de formas e estruturas do universo.

Que são. Espaço denso. Matéria e energia. Vida. Vitalidade [inserida de poderes e potencialidades]. Mente. Espírito. Deus.



OS PROCESSOS E INTERAÇÕES DE PRODUÇÃO DE ENERGIA CAUSAM OS MOVIMENTOS DENTRO DO ASTRO E O SEU DESLOCAMENTO NO ESPAÇO.


Os processos físicos causam o movimento das marés, atmosfera, magnetismo dos pólos para o equador, sismos, deslocamento de temperatura e de radiação, produção de elementos químicos, e outros fenômenos. E produz também o deslocamento do astro no espaço.

Ou seja, os processos e interações física e de produção de energia causam os movimentos dentro do astro e o seu deslocamento no espaço.
Existencialismo psicológico.

Teoria da unidade entre a craciobiologia, psicologia, vitalogia e o existencialismo.

O ser e o absoluto.
Eu vital e o universo.
Existir e transitoriar - transcender.
Nascer e existir.
Cosmoriar.

Eu e o voltado para si.

Inconsciente vital.

Universo craciobiológico na construção do inconsciente e do eu.














Existencialismo ontológico, psicológico, do universo vital e transcendental.

Existir é ser. Ser é existir.

Existir é ser sujeito de consciência de si, sobre si e para si.
Ser inserido de inconsciência vital e do universo vital.

Ser parte do universo vital e ser sujeito-objeto deste universo vital.

Ou sejam ser em si parte e elementos do universo vital e fazer parte da sua transcendentalidade para a prosperidade. Ou seja, ser do passado e presente levando consigo a transcendentalidade para o futuro.

Ou seja, ser é ser do passado no presente para o futuro.

Ou seja, o ser de hoje é o ser que se formou e se produziu no passado e transcendeu até ser aquele ser do presente para transcender para o futuro.

Ou seja, o ser de hoje é o ser de hoje com o ser do passado.

O ser não é único [um], mas sim vários,

Ele é vários por possuir em si vários estágios de seres anteriores a ele.

E é vários por não ser um, mas ser um estágio e fase transcendental em uma época.

O ser com a sua racionalidade também contribui com mais um elemento para a existencialidade do ser.





Existencialismo ontológico, psicológico, do universo vital e transcendental.

Existir é ser. Ser é existir.

Existir é ser sujeito de consciência de si, sobre si e para si.
Ser inserido de inconsciência vital e do universo vital.

Ser parte do universo vital e ser sujeito-objeto deste universo vital.

Ou sejam ser em si parte e elementos do universo vital e fazer parte da sua transcendentalidade para a prosperidade. Ou seja, ser do passado e presente levando consigo a transcendentalidade para o futuro.

Ou seja, ser é ser do passado no presente para o futuro.

Ou seja, o ser de hoje é o ser que se formou e se produziu no passado e transcendeu até ser aquele ser do presente para transcender para o futuro.

Ou seja, o ser de hoje é o ser de hoje com o ser do passado.

O ser não é único [um], mas sim vários,

Ele é vários por possuir em si vários estágios de seres anteriores a ele.

E é vários por não ser um, mas ser um estágio e fase transcendental em uma época.

O ser com a sua racionalidade também contribui com mais um elemento para a existencialidade do ser.





Existencialismo ontológico, psicológico, do universo vital e transcendental.

Existir é ser. Ser é existir.

Existir é ser sujeito de consciência de si, sobre si e para si.
Ser inserido de inconsciência vital e do universo vital.

Ser parte do universo vital e ser sujeito-objeto deste universo vital.

Ou sejam ser em si parte e elementos do universo vital e fazer parte da sua transcendentalidade para a prosperidade. Ou seja, ser do passado e presente levando consigo a transcendentalidade para o futuro.

Ou seja, ser é ser do passado no presente para o futuro.

Ou seja, o ser de hoje é o ser que se formou e se produziu no passado e transcendeu até ser aquele ser do presente para transcender para o futuro.

Ou seja, o ser de hoje é o ser de hoje com o ser do passado.

O ser não é único [um], mas sim vários,

Ele é vários por possuir em si vários estágios de seres anteriores a ele.

E é vários por não ser um, mas ser um estágio e fase transcendental em uma época.

O ser com a sua racionalidade também contribui com mais um elemento para a existencialidade do ser.
Filosofia – a realidade é produto da vitalidade.


A realidade e a racionalidade não é produto de um processo ou estagio histórico.

mas sim de um processo e estagio vital.

Pois o que forma o homem, a realidade e a racionalidade e emocinalidade como a psico e a existencialidaade do ser é o estagio vital em que ele se encontra.

E a partir daí é que ele vai formar a sua realidade e a historicidade.

Ver. produzir
Critica da razão vital.


A realidade não se processa em causa e efeito, espaço e tempo, mas sim em poderes agindo sobre poderes e transformando a realidade. O invisível sem forma, densidade, sem estrutura agindo sobre a estrutura e a transformando.

O universo vital determina a realidade. E não a historicidade.

O ser é um elemento e componente, do universo vital.

Ele é o resultado do processamento do universo vital que ocorre nele, e o produz.

E ao mesmo tempo ele é parte deste universo vital, por isto ele é sujeito e objeto deste universo vital.

Ele é parte ativa e passiva do universo vital.

O UNIVERSO VITAL É O PODER VITAL E DIVINO INSERIDO NA VITALIDADE.

É O CONJUNTO DE PODERES E FENOMENOS QUE SE DESENVOLVERAM E PUDERAM TRANSCENDER.

É O FUNCIONAMMENTO VITAL DE TODO ORGANISMO.

É A PSIQUE REGENDO E SENDO PARTE DO PROPRIO UNIVERSO VITAL.
Teoria graceliana de química. Sistema atômico.
Sistema atômico fluxonário estruturante – graceliano.
Primeira teoria da origem da matéria.
Quarta teoria de unificação graceliana. Entre a química, física, cosmologia, astrofísica, energia e matéria.

TEORIA DE ASTROQUÍMICA.

UNIFICAÇÃO ENTRE A FÍSICA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA, PARTÍCULAS, PRODUÇÃO DE ELEMENTOS QUÍMICOS E FENÔMENOS ASTROFÍSICOS, ASTROQUÍMICOS E COSMOFÍSICOS E COSMOQUÍMICOS.

Matéria é a densificação de energeticuns – sistema de produção de energia que produz o sistema atômico.

ENERGETICUM – MILHARES DE PACOTES DE FILAMENTOS DE ENERGIA QUE PRODUZ UM FÓTON. SISTEMA ATÔMICO E A LUMINOSIDADE DAS ESTRELAS.


É o que liga o núcleo do átomo a suas camadas. O que parece ser um vazio é na verdade o energeticum interagindo e fazendo com que possa haver uma ligação entre núcleo, prótons e elétrons.

Quando o fóton pula de uma camada externa para uma interna é que as interações do energeticum estão no seu máximo, no seu ápice de produção de energia. E este salto ocorre no meio entre as camadas constituídas de energeticum.

Dentro do fóton também ocorre uma intensa atividade de produção de energia pelo energeticum. Com fluxos e saltos numa vibração constante.

O ENERGETICUM É FORMADO POR ÍNFIMOS E INFINITOS QUANTUNS DE ENERGIA [h] DE PLANCK.

O energeticum não tem formato esférico, mas de filamentos, e que se aproximo do vazio, mas não é um vazio.

O fóton é como um novelo de linha, onde as fibras do algodão se entrelaçam formam filamentos, e estes filamentos formam o novelo que é um fóton ou h ação de quanta de energia, ou novelo de energeticum em intensa atividade física.

O salto do elétron de uma camada externa para uma interna não ocorre no vazio, mas sim no meio de energeticum.

E entre o elétron e o núcleo não há um vazio, mas é um meio de ínfimos e infinitos energeticuns livres entre núcleo e elétron e que formam a estrutura do átomo.

O mesmo acontece com o mundo fora do átomo, no espaço o que temos a noção de vazio na verdade estamos inseridos num universo de energeticuns.

Os campos também se processam neste energeticum, e na sua essência são estruturas de energeticuns. Pois não vemos os campos, mas vemos a sua ação.

O que está acontecendo na verdade é uma interação, trocas e saltos de energeticuns entre sistemas atividade pelas suas cargas positivas e negativas e interação de energia.

Entre astros e galáxias esta interação de energeticuns recebe o nome de gravidade.

Entre o mesmo astro e sua atmosfera recebe o nome de magnetismo dos pólos para o equador. Onde carreiam tudo da atmosfera e dos oceanos para o equador.


Em escala menor e de raios de eletricidade.

Depois de campos nuclear forte e fraco.

Campo de fóton,

Campo de espaço denso.

Os campos são formados por energeticuns.

E também o espaço que nos circunda.

Os energeticuns é o espaço denso mais comprimido e na forma de energia.

Quando aumentamos a pressão ou a energia dentro de um recipiente os gases aumentam a sua velocidade por causa de que a energia total também é aumentada, não apenas dentro das partículas dos gases, mas também no sistema dentro do recipiente e externo a estrutura das partículas dos gases.

O mesmo acontece com a dilatação. Pois, não é só os elétrons que aceleram a sua dinâmica, mas também o meio formado por energeticuns em que os elétrons estão inseridos.

Ou seja, se entre o próton e os elétrons há uma lacuna de como o próton é do tamanho de um bola e os elétrons estão distantes e formam um circulo como se fossem o estádio, logo entre esta lacuna temos os energeticuns, e o material que forma os prótons, nêutrons, elétrons é os energeticuns.

Este mesmo material forma as partículas e os campos, pois na concepção os campos não são um vazio, mas uma troca e uma interação de energia entre dois ou mais sistema constituídos de energeticuns.

Os fótons de luz são também constituídos de energeticuns, e se propaga num sistema espacial de energeticuns.

Assim, o vazio não é o vazio, pois é cheio de energia se propagando no espaço. E o próprio espaço é este cheio de energia na estrutura e funcionalidade de energeticuns.


AS CARGAS POSITIVA E NEGATIVA DOS ENERGETICUNS E DAS PARTÍCULAS.

Os energeticuns não têm cargas positivas e negativas, e elas se aglutinam pela ação da compressão de pacotes do próprio energeticum.

Os energeticuns formam as partículas. E todas as partículas possuem tanto a carga positiva quanto a negativa. Ou seja, o elétron tem carga positiva e negativa, o mesmo acontece com o próton, e o núcleo possui também a carga positiva e negativa. Pois eles são formados dos energeticuns que no inicio não tem cargas, mas depois com a aglutinação de infinitos e ínfimos energeticuns o aglomerado na forma de partícula passa a ter ação de atração ou repulsão.
Tanto o elétron, o próton, núcleo e fóton são formados pelo mesmo componente, que é energeticum, pois o energeticum não tem cargas, são compressões de espaço denso.


O ÁTOMO NÃO É UMA PARTÍCULA, MAS UM SISTEMA DE INTERAÇÕES DE ENERGIA.

O que acontece que as partículas mais externas que forma o átomo, que recebe o nome de elétrons produzem fótons que salta de sua órbita para o centro, ou seja, para os prótons, porem os prótons também liberam pacotes de energia constantemente para os elétrons, só que em pacotes menores em mais quantidade e ínfimos, quase imperceptíveis.

Se não houvesse esta interação e troca de energia e de energeticuns os elétrons logo ficariam sem energia e se desintegrariam até desaparecerem. Assim, o elétron libera pacotes de fótons e recebe constantemente energeticuns.

Logo, o sistema que parece ser de cargas com funções definidas por positivas e negativas, depende da posição em que se encontra. Se estiver na periferia liberará pacotes e receberá ínfimas e infinitas quantidades de energeticuns.

O mesmo acontece com o sistema gravitacional sobre a terra. A terra atrai as nuvens de água e corpos grandes, enquanto que impulsiona radiação, calor, gases e vapor de água para a atmosfera. E também carreia estes gases e partículas para o equador.

Grosso modo o próton é como a terra, e os elétrons são como a atmosfera. Que reagrupam os materiais impulsionados pelos prótons, aglutina-os e aumenta a sua estrutura e o seu corpo, e volta a expeli-los no espaço como forma de fótons de energia.

Do contrário não haveria mais elétrons, só haveria prótons. Estes processos de interações mantêm a existência das partículas

Dentro de um átomo ocorre uma intensa produção e interação de energia dos elétrons aos prótons, dos prótons aos elétrons, e também dentro das partículas [próton e elétron] e entre o espaço que existe entre prótons e elétrons.

E que também esta energia são carreadas dos pólos para o equador do átomo num efeito magnético.

ASSIM, O ÁTOMO NÃO É SÓ UMA PARTÍCULA, MAS UM SISTEMA DE PRODUÇÃO, INTERAÇÕES, PROCESSOS, TROCAS E VARIAÇÕES DE ENERGIA E DE ENERGETICUNS. QUE MUDAM A SUA INTENSIDADE DE ENERGIA CONFORME A QUANTIDADE E A INTENSIDADE DE PRESSÃO INTERNA PRODUZIDA PELA AGLUTINAÇÃO.

O próprio fóton pode ser mais intenso ou menos intenso, maior ou menor. Esta energia é uma produção interna do átomo. Porem pode receber radiação e fótons de fora aumentado a sua capacidade de produzir interação de energeticuns.

Assim, o sistema externo [elétrons] libera pacotes maiores e com menos intensidade, enquanto o sistema interno [prótons] libera pacotes menores e com mais intensidade.

COM ISTO SE CONFIRMA QUE O ÁTOMO É UM SISTEMA DE INTERAÇÕES DE ENERGIA E NÃO É UMA partícula maciça como uma só coisa. E o que temos a noção de cargas na verdade são funções externas para internas e internas para externas.

Por isto que os fótons podem saltar das órbitas dos elétrons para qualquer lugar, com qualquer direção e intensidade e a qualquer momento. Pois este salto na verdade é uma liberação de energeticuns na forma de pacotes de radiação fotônica. Que também isto ocorre constantemente em escala menores na forma de pacotes de energia e de temperatura.


SOBRE A FORMAÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS E EVOLUÇÃO DAS ESTRELAS.

Os elementos químicos não se formam em reações prótons – prótons, mas em interações intra-atômicas, ou seja, interações de energeticuns que envolvem prótons e elétrons, camada de energia constituída de energeticuns entre prótons e elétrons, e interações de energeticuns que ocorrem dentro dos prótons e elétrons.

Estas interações são aceleradas por acréscimos térmicos em que o átomo se encontra.

Por este caminho não temos uma grande barreira que é a barreira de Coulomb. Em que partículas de mesma carga se repelem, no caso próton repele próton. E as reações de fusões próton – próton é impossível de se realizar. Pois não depende de sorte o que é impossível.

Assim, os núcleos de hidrogênio pesado são fundidos por interações de energeticuns, onde a energia produzida é uma troca constante e infinita entre elétrons, prótons, núcleos, fótons, e camada intermediaria.

Os prótons são construídos um a um dentro do átomo por interações de energeticuns. O átomo que não é uma partícula, mas é um sistema de produção de energia, recebe energeticuns de fora do átomo, que passa por transformações, interações e estágios de produção de energia.

Ao receber energeticuns constantemente, estes energeticuns ficam na parte periférica do átomo na função de elétrons – com carga negativa.

Com as intensas temperaturas do centro dos astros, as interações continuam numa grande intensidade, onde são produzidos dentro de cada átomo campos, radiações, degenerações beta, partículas menores, enquanto os prótons vão aumentando a sua função de receber este material e passa a ser fundido novos prótons em torno do primeiro.

Se o átomo não recebesse material e energia de fora ele pararia a sua produção de prótons, e novos elementos não seriam produzidos. Assim o átomo não é uma partícula, mas um sistema aberto e que recebe outras formas de energia de fora dele.

Esta energia, na forma de energeticuns vai entrar na parte periférica, onde vai sofrer aglutinações e vir a ser elétrons, depois este elétrons vai interagir com o núcleo do átomo, e estas interações vão produzir prótons e novos prótons.

Quando vai possibilitar que novos elementos químicos sejam fundidos. Pois o próton ao interagir com todo sistema do átomo vai puxar para si parte dos energeticuns das camada intermediaria. Porem este material não se acoplar aos prótons já pronto, pois o seu campo mantem um distanciamento e isolamento.

Assim, possibilitando que próximo dele se forme e se esferifique uma nova partícula, e novas partículas. Por isto que os átomos não possuem um imenso núcleo, ou imenso próton, mas vários.

O que possibilita que os elementos químicos se estruture.

De energeticuns em hidrogênio a Helio, e prossegue na escala periódica.



ASSIM, OS ELEMENTOS QUÍMICOS SÃO RESULTADO DE UM PROCESSO DE INTERAÇÕES DE ENERGETICUNS, QUE PRODUZ O ÁTOMO.

1-O átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia.

2-O átomo recebe constantemente energia e energeticuns de fora para produzir novos prótons.

3-O próton se forma a partir da energia e energeticuns de fora.

4-Que primeiro passa pela fase de elétrons.

5-Depois de energia livre na camada intermediaria, até ser novo próton.

6-O próton que recebe toda esta energia, parte é transformada em novo próton ao seu lado, e que se esferifica ínfima e lentamente.

7-Logo, os elementos são um consequencia de um processo natural do próprio átomo, e não de fusão próton – próton.

8-Mas sim, de interações em todo átomo e o meio externo ao átomo.

Do contrário não teríamos átomos com mais de duzentos prótons, que é o caso do urânio, chumbo, tório e outros.
Ou seja, uma fusão próton – próton não produziria novos prótons do nada ou de prótons já produzidos. Assim só pode ter um caminho, o átomo é um sistema aberto, que atrai energeticuns e radiação de fora, que passa a processa-los e transforma-los em elétrons, depois passa para a camada intermediaria entre elétrons e núcleo. O processo continua e parte deste material que já foi elétrons, energeticuns livres entre a camada passa a ser esferificar e a se transformar em novas partículas próximas ao núcleo.

Com isto surge os elementos químicos, pois o elemento químico é representado pelo número de prótons que cada átomo possui.

E assim, o próton se multiplica por que o átomo é um sistema aberto e o material recebido de fora vai fazer parte do sistema até se transformar em esfera próximo do núcleo.

CONTESTAÇÃO DA FUSÃO PRÓTON – PRÓTON.

Pois uma fusão próton – próton não construíria um átomo com mais de duzentos prótons do nada. Pois uma partícula precisa de mais materiais para aumentar a sua quantidade e numero atômico.

Isto prova que o átomo não é uma partícula sólida, mas sim é um sistema aberto e recebe constantemente energeticuns de fora que vai se agrupar dentro do sistema, e vai passar pela fase de elétrons e por fim de próton.

Por isto que o hidrogênio consegue chegar e um estágio de urânio, tório, chumbo, e outros.

Pois, só assim, com entradas e varias transformações o sistema consegue produzir tantos elementos químicos.


Assim, no sistema de interações intra-atômico não se usa carga positiva e negativa, e que o átomo, prótons, elétrons não são partículas, mas sim um sistema de produção de energia, constituído por energeticuns. O átomo é um sistema constituído de outros sistemas.


Por isto que os elementos químicos são produzidos e uns se transformam em outros, e por isto que as estrelas brilham e o Sol continua a brilhar e a produzir calor com tanta intensidade.

Os elementos químicos não poderiam se formar de uma reação só próton – próton, pois os elementos são constituídos de energia, elétrons, núcleo, prótons, temperatura, fótons, radiação. Ou seja, o átomo não é uma partícula, mas um sistema de produção de energia em que muitos fenômenos estão se processando.





EFEITO PULSANTICO.

LIMITE DE CONTRAÇÃO E EXPANSÃO PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA E TEMPERATURA.

O átomo que não é uma partícula, mas sim um sistema, ele ao realizar os seus processos e produção de energia segue um fenômeno de contração até um limite, aumentando a temperatura total, com a temperatura aumentada pela contração interna, ele passa a ser expandir internamente.

Assim, segue em dois extremos um de dilatação com perca de energia, perca de temperatura e diminuição de processos de produção de energia.

E outro de contração com aumento de produção de energia, aumento de temperatura e diminuição do diâmetro do sistema atômico.

Isto também acontece com os fótons, e os astros e as galáxias.


É O QUE DETERMINA A LUMINOSIDADE DAS ESTRELAS

O que determina a luminosidade das estrelas, sua grande produção de energia e temperatura é a produção de energia pelo sistema atômico, este sistema de produção de energia que envolve o átomo e o meio externo a ele é que garante que uma estrela fique tanto tempo produzindo energia, luminosidade, temperatura, e novos elementos químicos.

Como já foi visto neste artigo, não é uma fusão isolada [próton – próton] dentro do próprio átomo.

Mas um todo, que envolve a produção de energia interna do sistema atômico, a estrutura do sistema atômico [[contração e dilatação] efeito sanfona], e meio externo ao sistema atômico [ação de temperaturas, campos e compressão externa] sobre o sistema atômico.

Isto garante que elementos químicos possam produzir mais de duzentos prótons num único sistema atômico. Pois do contrário como um único átomo de um único próton poderia chegar a ter tantos prótons, se não fosse por um processo lento e construtivo.

1-Por este caminho se prova a abundância dos elementos químicos, pois os com mais prótons são os que menos se encontra na natureza.

2-E por este caminho a barreira de Coulomb é respeita.

3-Alem de fundamentar que seria impossível pela fusão próton – próton surgir do nada mais de duzentos prótons num único átomo.



HARMONIA E SISTEMA REGULADOR.

Assim, uma estrela não é uma bomba, mas um sistema de produção de energia, onde produz elementos químicos nesta produção de energia por aglutinação onde se forma e se esferifica novos prótons do lado de outros já produzidos.

E este sistema de produção de energia faz com que tanto a estrela pulse quanto o sistema atômico. Dilatando e contraindo-se. Enquanto acelera na contração e desacelera na dilatação das interações e a intensidade de produção de energia.

Com isto faz com que as estrelas e o próprio sistema atômico produz em torno dele uma camada de energia, de radiação, de temperatura, de luz e de campos.

Por isto que o Sol não terminou todo o seu material energético e recebemos até hoje luz, calor, campos e outros fenômenos vindo do Sol.

Assim, a natureza possui um processo auto regulador constituído pela produção de energia e dilatação seguida de desaceleração de intensidade de energia.

Com isto os prótons não se fundem, mas o sistema produz novos prótons próximos daqueles já produzidos. Assim sistema auto regulador, sistema atômico, energeticuns mantêm uma harmonia física e química no cosmo, possibilitando o desenvolvimento e o surgimento de novos elementos químicos.


ESTE PROCESSO OCORRE EM TODA A ESTRELA, E NÃO APENAS EM SEU NÚCLEO E A LUMINOSIDADE É UMA CONSEQUÊNCIA DE TODOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA QUE OCORRE DO NÚCLEO Á ATMOSFERA DA ESTRELA.

Este processo ocorre também nos secundários – planetas, satélites, asteróides, cometas e outros. Por isto que no planeta terra há regiões com maior quantidade elementos químicos, como ferro, estanho, urânio, e outros.

Logo, um próton não estoura para dar origem a outro próton. Mas sim, novos prótons são processados pela produção de energia e se juntam aos que já existem.

Assim, a origem dos elementos químicos e a luminosidade das estrelas, campos, temperatura, partículas, radiação são produtos de produção de energia e são em si produções de energia na forma de energeticuns.

Os campos também são produções de energia na forma e natureza de energeticuns.

Ou seja, os campos não são um vazio, mas uma interação entre sistema de energia no espaço e dentro da matéria.

Na verdade os elementos químicos não evoluem, mas sim, se transformam de mais leves em mais pesados através de processos de produção de energia.


DO DESENVOLVIMENTO DOS ASTROS AOS ELEMENTOS QUÍMICOS.

1- O sol não é uma bomba, mas um sistema de produção de energia. Que ocorre em todo astro e não apenas em seu núcleo. Como também na sua atmosfera e gás circundante. E plasma de radiação que o envolve.

2- Os elementos não são produzidos no núcleo dos astros.

3- E que todos os astros produzem os elementos químicos. E não só o sol.

4- Os elementos são uma produção dos processos de energia, ou seja, a energia do astro produz e acelera os processos dentro da matéria, que é o sistema atômico.

5- E não o sistema atômico de produção de energia vai produzir o plasma das estrelas.

6- Assim, o sistema de produção de energia do astro produz o plasma, radiação, gases circundantes, atmosfera, e funde os elementos químicos dentro do sistema atômico.


7- Assim, o processo de compressão produz e acelera a produção do plasma, que acelera os processos de produção de energia e radiação de todo sistema. Acelerando a produção do sistema atômico, acelerando por sua vez a produção de prótons dentro do sistema atômico.
Quando os elementos químicos se estruturam por acréscimo de prótons.

8-Assim, não acontece o contrário de que o sistema de produção próton – próton vai ser o produtor dos fenômenos dos astros. Mas sim, o sistema de plasma de altas temperaturas vai produzir todos os fenômenos inclusive a produção de próton dentro do sistema atômico, como já foi esboçado acima.

9- O sistema de produção de energia dentro do astro produz uma pressão interna que impede que as estrelas explodem. Pois as mesmas já vinham sendo produzidas por pressão do espaço denso e pressão de gases circundantes, atmosfera e o plasma interno e externo.